
O ministro do Turismo, Celso Sabino, afirmou que as críticas à organização da COP30, realizada em Belém, refletem uma “síndrome de vira-lata”, em que se valoriza excessivamente o que vem de fora e se menospreza o que é feito no país.
Segundo Sabino, a conferência está melhor que edições anteriores, com obras entregues no prazo e hospedagens a preços reduzidos. Ele destacou que Belém, localizada à porta da maior floresta tropical do planeta, enfrenta desafios naturais como alta umidade, calor e desenvolvimento urbano limitado.
O ministro reforçou que preservar a floresta exige oferecer às populações locais oportunidades de desenvolvimento econômico, social e político.
